Sobre a Partida
Na tarde de 3 de julho de 1998, Nantes se transformou em um caldeirão de emoções para as quartas de final da Copa do Mundo. A Seleção Brasileira, detentora do título e repleta de craques como Ronaldo, Rivaldo e Roberto Carlos, enfrentava a surpreendente Dinamarca, liderada pelos irmãos Laudrup e com o gigante Peter Schmeichel no gol. O jogo prometia ser um duelo de estilos, mas poucos previam o espetáculo dramático que se desenrolaria.
A Dinamarca chocou o mundo logo aos 2 minutos, com Martin Jørgensen aproveitando uma desatenção brasileira para abrir o placar. O Maracanã de 1998, como era o Brasil, sentiu o golpe, mas a resposta foi imediata e letal. Aos 11, Bebeto, com sua astúcia, empatou. Pouco depois, Rivaldo, em um lance de genialidade, virou o jogo. A vantagem parecia solidificada, mas os dinamarqueses não desistiriam.
No segundo tempo, a magia dos Laudrup brilhou. Aos 50 minutos, Brian Laudrup, com sua elegância, igualou o marcador, incendiando a partida novamente. O nervosismo pairava sobre a Amarelinha. Contudo, a estrela de Rivaldo brilhou mais uma vez. Aos 59, em um chute preciso de fora da área, o camisa 10 decretou a vitória brasileira por 3 a 2. Um clássico inesquecível, onde o Brasil mostrou resiliência e talento para avançar, mas com a certeza de que a Dinamarca de Schmeichel e dos Laudrup havia forçado o limite dos campeões.
A Dinamarca chocou o mundo logo aos 2 minutos, com Martin Jørgensen aproveitando uma desatenção brasileira para abrir o placar. O Maracanã de 1998, como era o Brasil, sentiu o golpe, mas a resposta foi imediata e letal. Aos 11, Bebeto, com sua astúcia, empatou. Pouco depois, Rivaldo, em um lance de genialidade, virou o jogo. A vantagem parecia solidificada, mas os dinamarqueses não desistiriam.
No segundo tempo, a magia dos Laudrup brilhou. Aos 50 minutos, Brian Laudrup, com sua elegância, igualou o marcador, incendiando a partida novamente. O nervosismo pairava sobre a Amarelinha. Contudo, a estrela de Rivaldo brilhou mais uma vez. Aos 59, em um chute preciso de fora da área, o camisa 10 decretou a vitória brasileira por 3 a 2. Um clássico inesquecível, onde o Brasil mostrou resiliência e talento para avançar, mas com a certeza de que a Dinamarca de Schmeichel e dos Laudrup havia forçado o limite dos campeões.
Gols
2'
Jorgensen
10'
Bebeto
26'
Rivaldo
50'
Laudrup
60'
Rivaldo
Escalações
Seleção Brasil
Titulares
-
Zagallo
TEC
-
Júnior Baiano
DEF
-
Leonardo
LAE
-
Ronaldo
ATA
-
César Sampaio
VOL
-
Roberto Carlos
LAE
-
Cafu
LAD
-
Dunga
VOL
-
Aldair
DEF
-
Bebeto
ATA
-
Taffarel
GOL
-
Rivaldo
MEC
Reservas
-
Denílson
LAT
-
Émerson
MEI
-
Zé Roberto
MEC
Dinamarca
Titulares
-
Michael Laudrup
ATA
-
Moller
ATA
-
Laudrup
ATA
-
Jorgensen
MEC
-
Helveg
MEI
-
Nielsen
MEI
-
Colding
DEF
-
Heintze
DEF
-
Hogh
DEF
-
Rieper
DEF
-
Shmeichel
GOL
-
Bo Johansson
TEC
Reservas
-
Sand
ATA
-
Schjonberg
DEF
-
Tofting
MEI
Arbitragem
Árbitro
Gamal Ghandour
Árbitro
Gamal Ghandour