Sobre a Partida
Naquela noite memorável de 31 de maio de 2002, o mundo do futebol testemunhou a queda de um gigante. A Copa do Mundo da Coreia do Sul e Japão abria suas portas, e o palco estava montado para a França, a reinante campeã mundial e europeia, favorita absoluta e com uma aura de invencibilidade. Do outro lado, o estreante e enigmático Senegal, vindo de uma qualificação surpreendente. Era o embate entre o auge da sofisticação europeia e a efervescência de um novo poder africano.
Os Bleus, mesmo sem o maestro Zinedine Zidane, lesionado, contavam com estrelas como Thierry Henry, David Trezeguet e Patrick Vieira. A expectativa era de um passeio. No entanto, o que se viu foi um Senegal destemido, liderado pelo irreverente El Hadji Diouf, que infernizava a defesa francesa. Aos 30 minutos do primeiro tempo, o impensável aconteceu: Diouf driblou o lateral e cruzou rasteiro. Fabien Barthez defendeu parcialmente, mas Papa Bouba Diop, com oportunismo cirúrgico, empurrou a bola para o fundo das redes. O Estádio da Copa do Mundo de Seul explodiu, e o silêncio atônito tomou conta da torcida francesa.
A França, desesperada, atacou, com Henry e Trezeguet carimbando a trave e o travessão, e o goleiro Tony Sylva mostrando reflexos incríveis. Mas a bola simplesmente não entrava. O tempo se esvaía, e a cada minuto o "David" africano resistia mais ao "Golias" europeu. O apito final selou uma das maiores zebras da história dos Mundiais: 0 a 1. A França, pela primeira vez na história, perdia um jogo de abertura como campeã, iniciando um vexame que culminaria na eliminação na fase de grupos sem marcar um único gol. Senegal, por outro lado, começava sua jornada épica, provando que no futebol, a história é escrita a cada apito inicial.
Os Bleus, mesmo sem o maestro Zinedine Zidane, lesionado, contavam com estrelas como Thierry Henry, David Trezeguet e Patrick Vieira. A expectativa era de um passeio. No entanto, o que se viu foi um Senegal destemido, liderado pelo irreverente El Hadji Diouf, que infernizava a defesa francesa. Aos 30 minutos do primeiro tempo, o impensável aconteceu: Diouf driblou o lateral e cruzou rasteiro. Fabien Barthez defendeu parcialmente, mas Papa Bouba Diop, com oportunismo cirúrgico, empurrou a bola para o fundo das redes. O Estádio da Copa do Mundo de Seul explodiu, e o silêncio atônito tomou conta da torcida francesa.
A França, desesperada, atacou, com Henry e Trezeguet carimbando a trave e o travessão, e o goleiro Tony Sylva mostrando reflexos incríveis. Mas a bola simplesmente não entrava. O tempo se esvaía, e a cada minuto o "David" africano resistia mais ao "Golias" europeu. O apito final selou uma das maiores zebras da história dos Mundiais: 0 a 1. A França, pela primeira vez na história, perdia um jogo de abertura como campeã, iniciando um vexame que culminaria na eliminação na fase de grupos sem marcar um único gol. Senegal, por outro lado, começava sua jornada épica, provando que no futebol, a história é escrita a cada apito inicial.
Gols
30'
Diop
Escalações
França
Titulares
-
Desailly
DEF
-
Leboeuf
DEF
-
Barthez
GOL
-
Thuram
DEF
-
Djorkaeff
MEI
-
Trezeguet
ATA
-
Henry
ATA
-
Petit
MEI
-
Vieira
VOL
-
Roger Lemerre
TEC
-
Wiltord
ATA
-
Lizarazu
DEF
Reservas
-
Dugarry
ATA
-
Cissé
ATA
Senegal
Titulares
-
Bruno Metsu
TEC
-
Sylva
GOL
-
Coly
DEF
-
Diop
DEF
-
Daf
DEF
-
Cisse
DEF
-
Diatta
DEF
-
Diop
MEI
-
Diouf
ATA
-
Fadiga
MEI
-
Diao
MEI
-
Ndiaye
MEI
Arbitragem
Árbitro
Ali Bujsaim