Sobre a Partida
Em 8 de junho de 2002, sob o sol vibrante da Coreia do Sul, o Daegu World Cup Stadium foi palco de um embate crucial pelo Grupo B da Copa do Mundo. De um lado, a África do Sul, os Bafana Bafana, embalados por um empate na estreia e sedentos por sua primeira vitória em Mundiais. Do outro, a Eslovênia, estreante, buscando reverter a derrota inicial e manter o sonho vivo.
A tensão era palpável. A África do Sul, liderada pelo icônico capitão Lucas Radebe na defesa e com a criatividade de Quinton Fortune no meio-campo, demonstrava sua tradicional energia e velocidade. A Eslovênia, por sua vez, apostava na genialidade de seu maestro Zlatko Zahovič para orquestrar as jogadas, mas sofria com a pressão de ser uma seleção novata no maior palco do futebol.
O gol que mudaria a história para os Bafana Bafana veio logo aos 4 minutos do primeiro tempo. Uma jogada bem trabalhada pela direita culminou em um cruzamento preciso que encontrou Siyabonga Nomvethe. O atacante ágil se antecipou à defesa e, com uma cabeçada certeira, mandou a bola para o fundo das redes, explodindo o estádio em festa e colocando a África do Sul em vantagem.
O restante do jogo foi um teste de nervos. A Eslovênia pressionou, mas esbarrou na sólida defesa sul-africana e na inspiração do goleiro Andre Arendse, que se agigantava a cada investida eslovena. Os Bafana Bafana resistiram bravamente, segurando o resultado com garra africana até o apito final. O placar de 1 a 0 selou uma vitória histórica, a primeira da África do Sul em Copas do Mundo, um triunfo que ecoaria pelo continente, enchendo de orgulho uma nação inteira.
A tensão era palpável. A África do Sul, liderada pelo icônico capitão Lucas Radebe na defesa e com a criatividade de Quinton Fortune no meio-campo, demonstrava sua tradicional energia e velocidade. A Eslovênia, por sua vez, apostava na genialidade de seu maestro Zlatko Zahovič para orquestrar as jogadas, mas sofria com a pressão de ser uma seleção novata no maior palco do futebol.
O gol que mudaria a história para os Bafana Bafana veio logo aos 4 minutos do primeiro tempo. Uma jogada bem trabalhada pela direita culminou em um cruzamento preciso que encontrou Siyabonga Nomvethe. O atacante ágil se antecipou à defesa e, com uma cabeçada certeira, mandou a bola para o fundo das redes, explodindo o estádio em festa e colocando a África do Sul em vantagem.
O restante do jogo foi um teste de nervos. A Eslovênia pressionou, mas esbarrou na sólida defesa sul-africana e na inspiração do goleiro Andre Arendse, que se agigantava a cada investida eslovena. Os Bafana Bafana resistiram bravamente, segurando o resultado com garra africana até o apito final. O placar de 1 a 0 selou uma vitória histórica, a primeira da África do Sul em Copas do Mundo, um triunfo que ecoaria pelo continente, enchendo de orgulho uma nação inteira.
Gols
4'
Nomvethe
Escalações
África do Sul
Titulares
-
Rabede
DEF
-
Arendse
GOL
-
Nzama
DEF
-
Mokoema
DEF
-
Carnell
DEF
-
Sibaya
MEI
-
Zuma
MEI
-
Mokoena
MEI
-
Nomvethe
ATA
-
McCarthy
ATA
-
Fortune
MEI
-
Jomo Sono
TEC
Reservas
-
Koumantarakis
ATA
-
Pule
MEI
-
Buckley
MEI
Eslovênia
Titulares
-
Vugdalic
DEF
-
Rudonja
ATA
-
Popivoda
TEC
-
Simeunovic
GOL
-
Milinovic
DEF
-
Knavs
DEF
-
Karic
MEI
-
Acimovic
MEI
-
Pavlin
MEI
-
Novak
MEI
-
Cimirotic
ATA
Reservas
-
Ceh
MEI
-
Osterc
ATA
-
Bulajic
DEF
Arbitragem
Árbitro
Angel Sánchez