Sobre a Partida
A brisa úmida de Jeju soprava, mas a temperatura em Seogwipo era de pura tensão no dia 12 de junho de 2002. Para a Eslovênia, já eliminada da Copa do Mundo, este confronto contra o Paraguai era uma questão de honra, a busca por um adeus digno. Para os sul-americanos, liderados pelo lendário goleiro-artilheiro José Luis Chilavert, era a última cartada, uma corrida contra o relógio e contra os resultados paralelos para avançar às oitavas de final.
O primeiro tempo foi um duelo de nervos, com a Eslovênia resistindo bravamente, buscando deixar sua marca na história. Chilavert, com sua presença imponente e lances ousados, tentava inspirar seus companheiros, mas o gol não vinha. Foi apenas na segunda etapa que a máquina guarani engrenou. Jorge Campos abriu o placar aos 65 minutos, um suspiro de alívio que virou rugido nas arquibancadas. Oito minutos depois, Francisco Arce, com a frieza de um cirurgião, converteu um pênalti, ampliando a vantagem. O golpe final veio de Nelson Cuevas, que aos 84, selou o 3 a 0. A Eslovênia ainda descontou com Sebastjan Ačimovič, aos 88, um gol que era um grito de despedida honrosa.
A vitória por 3 a 1 foi amarga. Apesar do triunfo vibrante, a combinação de resultados no Grupo B, com a Espanha vencendo a África do Sul, eliminou o Paraguai pelo critério de saldo de gols. Chilavert e seus guerreiros deixavam a Coreia/Japão com a cabeça erguida, mas com o gosto agridoce do "quase". Para a jovem Eslovênia, a experiência servia como valiosa lição para o futuro.
O primeiro tempo foi um duelo de nervos, com a Eslovênia resistindo bravamente, buscando deixar sua marca na história. Chilavert, com sua presença imponente e lances ousados, tentava inspirar seus companheiros, mas o gol não vinha. Foi apenas na segunda etapa que a máquina guarani engrenou. Jorge Campos abriu o placar aos 65 minutos, um suspiro de alívio que virou rugido nas arquibancadas. Oito minutos depois, Francisco Arce, com a frieza de um cirurgião, converteu um pênalti, ampliando a vantagem. O golpe final veio de Nelson Cuevas, que aos 84, selou o 3 a 0. A Eslovênia ainda descontou com Sebastjan Ačimovič, aos 88, um gol que era um grito de despedida honrosa.
A vitória por 3 a 1 foi amarga. Apesar do triunfo vibrante, a combinação de resultados no Grupo B, com a Espanha vencendo a África do Sul, eliminou o Paraguai pelo critério de saldo de gols. Chilavert e seus guerreiros deixavam a Coreia/Japão com a cabeça erguida, mas com o gosto agridoce do "quase". Para a jovem Eslovênia, a experiência servia como valiosa lição para o futuro.
Gols
46'
Acimovic
65'
Cuevas
73'
Jorge Campos
84'
Cuevas
Escalações
Eslovênia
Titulares
-
Popivoda
TEC
-
Milinovic
DEF
-
Karic
MEI
-
Acimovic
MEI
-
Pavlin
MEI
-
Novak
MEI
-
Osterc
ATA
-
Cimirotic
ATA
-
Bulajic
DEF
-
Dabanovic
GOL
-
Tavcar
MEI
Reservas
-
Ceh
MEI
-
Rudonja
ATA
-
Tiganj
ATA
Paraguai
Titulares
-
Chilavert
GOL
-
José Cardozo
ATA
-
Arce
LAE
-
Acuna
MEI
-
Roque Santa Cruz
ATA
-
Alvarenga
MEI
-
Denis Caniza
ZAD
-
Paredes
VOL
-
Gamarra
DEF
-
Ayala
DEF
-
Julio Cáceres
ZAD
-
Maldini
TEC
Reservas
-
Cuevas
ATA
-
Jorge Campos
ATA
Arbitragem
Árbitro
Felipe Ramos Rizo Felipe