Sobre a Partida
Em 16 de junho de 2002, o Oita Stadium no Japão testemunhou um dos capítulos mais emocionantes da Copa do Mundo, um confronto que opôs a sólida Suécia à sensação Senegal, nos oitavos de final. Os Leões da Teranga, estreantes no torneio, já haviam chocado o mundo ao vencer a campeã França, e agora enfrentavam uma equipe sueca que liderou seu "grupo da morte" acima de Inglaterra e Argentina. A atmosfera era elétrica, prometendo um duelo de estilos contrastantes.
A Suécia, com seu ataque incisivo, abriu o placar logo aos 11 minutos. Um cruzamento preciso encontrou a cabeça de **Henrik Larsson**, que não perdoou, silenciando momentaneamente a torcida senegalesa. No entanto, a resiliência africana era palpável. **Henri Camara**, o mágico camisa 11, equalizou antes do intervalo com um remate astuto, levando o jogo para a prorrogação e a temida regra do "Gol de Ouro".
A tensão era insuportável. A qualquer momento, um lance poderia decidir tudo. E foi precisamente Camara quem emergiu como herói. Aos 104 minutos, em uma arrancada memorável, ele driblou a defesa sueca e finalizou com maestria, fazendo a bola beijar a rede e selando a histórica vitória senegalesa. O Oita explodiu em euforia africana. Senegal, o improvável, avançava para as quartas de final, escrevendo uma das mais belas fábulas do futebol mundial. A Suécia, liderada por **Ljungberg** e **Anders Svensson**, lutou bravamente, mas sucumbiu à ousadia de **El-Hadji Diouf** e companhia, que eternizaram seus nomes na história das Copas.
A Suécia, com seu ataque incisivo, abriu o placar logo aos 11 minutos. Um cruzamento preciso encontrou a cabeça de **Henrik Larsson**, que não perdoou, silenciando momentaneamente a torcida senegalesa. No entanto, a resiliência africana era palpável. **Henri Camara**, o mágico camisa 11, equalizou antes do intervalo com um remate astuto, levando o jogo para a prorrogação e a temida regra do "Gol de Ouro".
A tensão era insuportável. A qualquer momento, um lance poderia decidir tudo. E foi precisamente Camara quem emergiu como herói. Aos 104 minutos, em uma arrancada memorável, ele driblou a defesa sueca e finalizou com maestria, fazendo a bola beijar a rede e selando a histórica vitória senegalesa. O Oita explodiu em euforia africana. Senegal, o improvável, avançava para as quartas de final, escrevendo uma das mais belas fábulas do futebol mundial. A Suécia, liderada por **Ljungberg** e **Anders Svensson**, lutou bravamente, mas sucumbiu à ousadia de **El-Hadji Diouf** e companhia, que eternizaram seus nomes na história das Copas.
Gols
11'
Larsson
37'
Camara
107'
Camara
Escalações
Suécia
Titulares
-
Tommy Soderberg
TEC
-
Svensson
MEC
-
Allback
ATA
-
Alexandersson
MEI
-
Svensson
MEI
-
Linderoth
MEI
-
Jakobsson
DEF
-
Lucic
DEF
-
Mjallby
DEF
-
Mellberg
ZAD
-
Hedman
GOL
-
Larsson
ATA
Reservas
-
Andersson
ATA
-
Ibrahimovic
ATA
-
Jonson
MEI
Senegal
Titulares
-
Camara
ATA
-
Thiaw
ATA
-
Diop
MEI
-
Faye
MEI
-
Diatta
DEF
-
Cisse
DEF
-
Daf
DEF
-
Diop
DEF
-
Coly
DEF
-
Sylva
GOL
-
Bruno Metsu
TEC
-
Diouf
ATA
Reservas
-
Beye
DEF
Arbitragem
Árbitro
Ubaldo Aquino
Árbitro
Ubaldo Aquino