Sobre a Partida
Em 18 de junho de 2002, o Japão, co-anfitrião da Copa do Mundo, vivia um sonho. No vibrante Miyagi Stadium, repleto de torcedores apaixonados, a seleção japonesa, liderada por estrelas como Hidetoshi Nakata, Shinji Ono e Junichi Inamoto, enfrentava a Turquia pelas oitavas de final. Era a chance de fazer história, de levar o fervor nipônico a um patamar jamais imaginado.
A Turquia, de volta a um Mundial após décadas, sob o comando de jogadores como Hakan Şükür, Hasan Şaş e o gigante Rüştü Reçber no gol, não estava ali para ser mera coadjuvante. E logo aos 12 minutos do primeiro tempo, um golpe silenciou momentaneamente a euforia local. Ümit Davala, com uma cabeçada precisa após cobrança de escanteio, mandou a bola para as redes, abrindo o placar para os turcos.
O Japão lutou com bravura. Nakata orquestrava, Ono tentava a magia, e Inamoto corria por cada palmo do campo. A pressão era imensa, e o público empurrava, mas a defesa turca, sólida e bem postada, com Alpay Özalan intransponível, não cedia. Rüştü fazia defesas cruciais, frustrando as tentativas japonesas. O tempo escorria, e a esperança japonesa diminuía a cada minuto.
Ao apito final, o placar de 0 a 1 selava o destino. O sonho japonês terminava ali, em meio a aplausos de gratidão. A Turquia, com uma performance pragmática e eficiente, avançava às quartas de final, escrevendo sua própria história em solo asiático, enquanto o Japão, mesmo eliminado, deixava uma imagem de garra e um futuro promissor.
A Turquia, de volta a um Mundial após décadas, sob o comando de jogadores como Hakan Şükür, Hasan Şaş e o gigante Rüştü Reçber no gol, não estava ali para ser mera coadjuvante. E logo aos 12 minutos do primeiro tempo, um golpe silenciou momentaneamente a euforia local. Ümit Davala, com uma cabeçada precisa após cobrança de escanteio, mandou a bola para as redes, abrindo o placar para os turcos.
O Japão lutou com bravura. Nakata orquestrava, Ono tentava a magia, e Inamoto corria por cada palmo do campo. A pressão era imensa, e o público empurrava, mas a defesa turca, sólida e bem postada, com Alpay Özalan intransponível, não cedia. Rüştü fazia defesas cruciais, frustrando as tentativas japonesas. O tempo escorria, e a esperança japonesa diminuía a cada minuto.
Ao apito final, o placar de 0 a 1 selava o destino. O sonho japonês terminava ali, em meio a aplausos de gratidão. A Turquia, com uma performance pragmática e eficiente, avançava às quartas de final, escrevendo sua própria história em solo asiático, enquanto o Japão, mesmo eliminado, deixava uma imagem de garra e um futuro promissor.
Gols
12'
Davala
Escalações
Japão
Titulares
-
Philippe Troussier
TEC
-
Shinji Ono
MEI
-
Nishizawa
ATA
-
Santos
MEI
-
Myojin
MEI
-
Toda
MEI
-
Nakata
MEI
-
Nakata
LAE
-
Miyamoto
DEF
-
Matsuda
DEF
-
Narazaki
GOL
-
Inamoto
MEC
Reservas
-
Ichikawa
MEI
-
Suzuki
ATA
Turquia
Titulares
-
Sas
ATA
-
Penbe
MEI
-
Basturk
MEI
-
Kerimoglu
MEI
-
Davala
MEI
-
Unsal
ZAE
-
Ozalan
DEF
-
Akyel
DEF
-
Kormaz
DEF
-
Recber
GOL
-
Senol Gunes
TEC
-
Sukur
ATA
Reservas
-
Kahveci
ATA
-
Mansiz
ATA
-
Havutcu
MEI
Arbitragem
Árbitro
Pierluigi Collina
Árbitro
Pierluigi Collina