Sobre a Partida
A tarde de 18 de junho de 2006, em Nuremberg, carregava o peso da sobrevivência para Japão e Croácia na Copa do Mundo. Ambas as seleções, derrotadas em suas estreias, sabiam que um empate seria quase uma sentença de eliminação. Sob o comando de Zico, o Japão, com seu maestro Hidetoshi Nakata e o talentoso Shunsuke Nakamura, buscava a redenção após a derrota para a Austrália. A Croácia, de Niko Kovač e do incisivo Dado Pršo, precisava urgentemente de pontos após cair contra o Brasil.
O Frankenstadion testemunhou um duelo de nervos. A Croácia teve a chance de ouro quando, aos 22 minutos do primeiro tempo, Darijo Srna sofreu e cobrou um pênalti. O silêncio tomou o estádio antes de Srna bater firme, mas a bola caprichosamente carimbou a trave, negando o grito de gol. A sorte parecia não sorrir para os Bálcãs. O Japão respondeu com a agilidade de Naohiro Takahara e a visão de jogo de Nakata, que tentava orquestrar as investidas nipônicas, mas a defesa croata, liderada por Igor Tudor, se mostrava sólida, e Stipe Pletikosa segurava as pontas.
No segundo tempo, a pressão aumentou, mas a precisão faltou. Lances perigosos de Nakamura em cobranças de falta e a luta de Pršo no ataque croata mantiveram a torcida em suspense até o apito final. O 0 a 0 no placar, um reflexo amargo de um jogo de oportunidades perdidas, deixou ambas as seleções à beira do abismo. A esperança de avançar no "grupo da morte" (com Brasil e Austrália) transformava-se em um fardo quase insuportável.
O Frankenstadion testemunhou um duelo de nervos. A Croácia teve a chance de ouro quando, aos 22 minutos do primeiro tempo, Darijo Srna sofreu e cobrou um pênalti. O silêncio tomou o estádio antes de Srna bater firme, mas a bola caprichosamente carimbou a trave, negando o grito de gol. A sorte parecia não sorrir para os Bálcãs. O Japão respondeu com a agilidade de Naohiro Takahara e a visão de jogo de Nakata, que tentava orquestrar as investidas nipônicas, mas a defesa croata, liderada por Igor Tudor, se mostrava sólida, e Stipe Pletikosa segurava as pontas.
No segundo tempo, a pressão aumentou, mas a precisão faltou. Lances perigosos de Nakamura em cobranças de falta e a luta de Pršo no ataque croata mantiveram a torcida em suspense até o apito final. O 0 a 0 no placar, um reflexo amargo de um jogo de oportunidades perdidas, deixou ambas as seleções à beira do abismo. A esperança de avançar no "grupo da morte" (com Brasil e Austrália) transformava-se em um fardo quase insuportável.
Escalações
Japão
Titulares
-
Fukunishi
MEI
-
Nakazawa
ZAD
-
Ogasawara
ATA
-
Yanagisawa
ATA
-
Shunsuke Nakamura
MEC
-
Zico
TEC
-
Kaji
DEF
-
Takahara
ATA
-
Miyamoto
DEF
-
Santos
MEI
-
Kawaguchi
GOL
-
Nakata
MEI
Reservas
-
Tamada
ATA
-
Oguro
ATA
-
Inamoto
MEC
Croácia
Titulares
-
Babic
MEI
-
Klasnic
ATA
-
Zlatko Kranjcar
TEC
-
Niko Kranjcar
MEC
-
Prso
ATA
-
Kovac
DEF
-
Srna
LAD
-
Simic
DEF
-
Niko Kovac
VOL
-
Simunic
ZAE
-
Tudor
DEF
-
Pletikosa
GOL
Reservas
-
Modric
MEC
-
Olic
ATA
-
Bosnjak
ATA
Arbitragem
Árbitro
Frank de Bleeckere