Mbombela Stadium - Nelspruit, África do, ul
Sobre a Partida
No Estádio Mbombela, em Nelspruit, no dia 25 de junho de 2010, o último suspiro de esperança da Costa do Marfim na Copa do Mundo batia contra a muralha da desilusão. Enfrentando uma Coreia do Norte já eliminada, os "Elefantes" de Didier Drogba precisavam de um milagre – uma vitória esmagadora e um cenário favorável no outro jogo do grupo para avançar. Era uma missão quase impossível no temido "Grupo da Morte".
Desde o apito inicial, a Costa do Marfim impôs um ritmo frenético, buscando aniquilar o adversário asiático. Aos 14 minutos, Yaya Touré, o gigante do meio-campo, abriu o placar com um chute certeiro após uma jogada de escanteio. A pressão não diminuiu, e apenas seis minutos depois, Romaric, em um cabeceio preciso, ampliou a vantagem. Drogba, o capitão e ícone, lutava em cada bola, mas a defesa norte-coreana, embora vazada, demonstrava a resiliência característica de Jong Tae-se e seus companheiros, que jogavam por honra após duras derrotas para Brasil e Portugal.
No segundo tempo, a intensidade marfinense persistiu. Salomon Kalou, vindo do banco, selou a vitória por 3 a 0, mas o placar, embora expressivo, estava longe do necessário. O sonho africano esbarrava na matemática e na ineficácia de um ataque que, apesar de estrelado, não conseguiu o volume de gols exigido. Para a Coreia do Norte, foi o fim de uma jornada rara, marcada por dignidade e alguns flashes de brilho. O apito final em Nelspruit marcou a despedida de ambas as seleções do torneio, com a Costa do Marfim lamentando a oportunidade perdida e a Coreia do Norte levando para casa a experiência de um retorno ao cenário mundial.
Desde o apito inicial, a Costa do Marfim impôs um ritmo frenético, buscando aniquilar o adversário asiático. Aos 14 minutos, Yaya Touré, o gigante do meio-campo, abriu o placar com um chute certeiro após uma jogada de escanteio. A pressão não diminuiu, e apenas seis minutos depois, Romaric, em um cabeceio preciso, ampliou a vantagem. Drogba, o capitão e ícone, lutava em cada bola, mas a defesa norte-coreana, embora vazada, demonstrava a resiliência característica de Jong Tae-se e seus companheiros, que jogavam por honra após duras derrotas para Brasil e Portugal.
No segundo tempo, a intensidade marfinense persistiu. Salomon Kalou, vindo do banco, selou a vitória por 3 a 0, mas o placar, embora expressivo, estava longe do necessário. O sonho africano esbarrava na matemática e na ineficácia de um ataque que, apesar de estrelado, não conseguiu o volume de gols exigido. Para a Coreia do Norte, foi o fim de uma jornada rara, marcada por dignidade e alguns flashes de brilho. O apito final em Nelspruit marcou a despedida de ambas as seleções do torneio, com a Costa do Marfim lamentando a oportunidade perdida e a Coreia do Norte levando para casa a experiência de um retorno ao cenário mundial.
Gols
13'
Yaya Touré
19'
Romaric
81'
Kalou
Escalações
Coreia do Norte
Titulares
-
Ri Jun-Il
ZAD
-
Cha Jong-Hyok
ZAD
-
Pak Nam-Chol (4)
ZAD
-
Ri Kwang-Chon
ZAD
-
Ri Myong-Guk
GOL
-
Kim Jong-Hun
TEC
-
Ji Yun-Nam
MEC
-
An Yong-Hak
VOL
-
Mun In-Guk
MEC
-
Hong Yong-Jo
ATA
-
Jong Tae-Se
ATA
-
Pak Chol-Jin
ZAE
Reservas
-
Choe Kum-Chol
ATA
Costa do Marfim
Titulares
-
Eboué
LAD
-
Kader Keita
MEC
-
Romaric
MEC
-
Sven-Göran Eriksson
TEC
-
Kolo Touré
ZAE
-
Boka
LAE
-
Yaya Touré
VOL
-
Tioté
VOL
-
Gervinho
ATA
-
Drogba
ATA
-
Zokora
VOL
-
Barry
GOL
Reservas
-
Doumbia
ATA
-
Kalou
MEC
-
Dindane
ATA