Sobre a Partida
No calor tropical de Belo Horizonte, em 21 de junho de 2014, a Argentina de Lionel Messi enfrentava o Irã pela fase de grupos da Copa do Mundo. Ninguém esperava o drama que se desenrolaria. A Albiceleste, com suas estrelas como Sergio Agüero, Ángel Di María e Gonzalo Higuaín, era a favorita esmagadora contra uma seleção iraniana determinada, comandada pelo astuto Carlos Queiroz, ex-treinador do Real Madrid.
O Irã, contrariando todas as previsões, montou uma muralha defensiva quase impenetrável. Ashkan Dejagah e Reza Ghoochannejhad, em raros contra-ataques, assustaram o goleiro Sergio Romero, fazendo o Estádio Mineirão prender a respiração. Messi, o craque maior, tentava de todas as formas, driblando, buscando passes, mas a defesa iraniana, sólida e disciplinada, frustrava cada investida argentina. Javier Mascherano tentava organizar o meio-campo, mas o bloqueio era ferrenho.
À medida que o relógio avançava, a tensão era palpável. O empate parecia inevitável, um resultado heroico para o Irã e um tropeço embaraçoso para a Argentina. Mas então, nos acréscimos, no apagar das luzes do jogo, o gênio se manifestou. Aos 91 minutos, Lionel Messi recebeu a bola pela direita, cortou para o meio e, com seu indefensável chute de canhota, mandou no ângulo. Um gol mágico que quebrou a resistência iraniana e garantiu a vitória por 1 a 0. Alívio para a Argentina, tristeza para o Irã, mas um jogo que eternizou a luta de Davi contra Golias.
O Irã, contrariando todas as previsões, montou uma muralha defensiva quase impenetrável. Ashkan Dejagah e Reza Ghoochannejhad, em raros contra-ataques, assustaram o goleiro Sergio Romero, fazendo o Estádio Mineirão prender a respiração. Messi, o craque maior, tentava de todas as formas, driblando, buscando passes, mas a defesa iraniana, sólida e disciplinada, frustrava cada investida argentina. Javier Mascherano tentava organizar o meio-campo, mas o bloqueio era ferrenho.
À medida que o relógio avançava, a tensão era palpável. O empate parecia inevitável, um resultado heroico para o Irã e um tropeço embaraçoso para a Argentina. Mas então, nos acréscimos, no apagar das luzes do jogo, o gênio se manifestou. Aos 91 minutos, Lionel Messi recebeu a bola pela direita, cortou para o meio e, com seu indefensável chute de canhota, mandou no ângulo. Um gol mágico que quebrou a resistência iraniana e garantiu a vitória por 1 a 0. Alívio para a Argentina, tristeza para o Irã, mas um jogo que eternizou a luta de Davi contra Golias.
Gols
91'
Messi
Escalações
Argentina
Titulares
-
Alejandro Sabella
TEC
-
Federico Fernández
ZAE
-
Garay
ZAD
-
Higuaín
ATA
-
Zabaleta
LAD
-
Agüero
ATA
-
Di María
MEC
-
Marcos Rojo
LAE
-
Mascherano
VOL
-
Gago
VOL
-
Messi
ATA
-
Sergio Romero
GOL
Reservas
-
Palacio
ATA
-
Biglia
VOL
-
Lavezzi
ATA
Irã
Titulares
-
Teymourian
VOL
-
Shojaei
MEC
-
Hajsafi
MEC
-
Nekounam
VOL
-
Ghoochannejhad
ATA
-
Dejagah
MEC
-
Pooladi
LAE
-
Montazeri
LAD
-
Sadeghi
ZAE
-
Hosseini
ZAD
-
Alireza Haghighi
GOL
-
Carlos Queiroz
TEC
Reservas
-
Heydari
MEC
-
Jahanbakhsh
ATA
-
Reza Haghighi
VOL