Sobre a Partida
Natal, 24 de junho de 2014. O calor sufocante do Nordeste brasileiro era o cenário perfeito para um drama épico na Copa do Mundo. Itália e Uruguai, duas potências com quatro títulos mundiais combinados, enfrentavam-se na Arena das Dunas em um duelo de vida ou morte pelo Grupo D, a "Chave da Morte". Ambos precisavam da vitória para seguir em frente. A tensão era palpável desde o apito inicial.
A partida era um tabuleiro de xadrez tático, com a maestria de Pirlo de um lado e a garra de Cavani e Suárez do outro. O equilíbrio foi quebrado aos 60 minutos, quando Claudio Marchisio, da Itália, recebeu um controverso cartão vermelho, deixando a Azzurra com dez homens e à beira do precipício. Com a vantagem numérica, o Uruguai se lançou ao ataque.
Aos 79 minutos, o mundo testemunhou um lance inacreditável: Luis Suárez, em meio a uma disputa na área, mordeu o ombro de Giorgio Chiellini. O árbitro não viu, e o atacante uruguaio permaneceu em campo, gerando uma onda de indignação e espanto. Apenas dois minutos depois, a justiça poética (ou a crueldade do futebol) se manifestou: Diego Godín, o incansável capitão uruguaio, subiu mais alto que todos após um escanteio e, com uma cabeçada cirúrgica, estufou as redes de Buffon. O gol foi um golpe fatal para a Itália, que tentou reagir, mas sucumbiu à eliminação precoce. O Uruguai, entre controvérsia e heroísmo, avançava, deixando a Europa em choque e a América do Sul em festa, com a sombra da suspensão de Suárez pairando sobre a campanha celeste.
A partida era um tabuleiro de xadrez tático, com a maestria de Pirlo de um lado e a garra de Cavani e Suárez do outro. O equilíbrio foi quebrado aos 60 minutos, quando Claudio Marchisio, da Itália, recebeu um controverso cartão vermelho, deixando a Azzurra com dez homens e à beira do precipício. Com a vantagem numérica, o Uruguai se lançou ao ataque.
Aos 79 minutos, o mundo testemunhou um lance inacreditável: Luis Suárez, em meio a uma disputa na área, mordeu o ombro de Giorgio Chiellini. O árbitro não viu, e o atacante uruguaio permaneceu em campo, gerando uma onda de indignação e espanto. Apenas dois minutos depois, a justiça poética (ou a crueldade do futebol) se manifestou: Diego Godín, o incansável capitão uruguaio, subiu mais alto que todos após um escanteio e, com uma cabeçada cirúrgica, estufou as redes de Buffon. O gol foi um golpe fatal para a Itália, que tentou reagir, mas sucumbiu à eliminação precoce. O Uruguai, entre controvérsia e heroísmo, avançava, deixando a Europa em choque e a América do Sul em festa, com a sombra da suspensão de Suárez pairando sobre a campanha celeste.
Gols
80'
Godín
Escalações
Itália
Titulares
-
Cesare Prandelli
TEC
-
Buffon
GOL
-
Barzagli
ZAD
-
Chiellini
ZAE
-
Bonucci
ZAD
-
De Sciglio
LAE
-
Darmian
LAD
-
Pirlo
VOL
-
Marchisio
MEC
-
Verratti
VOL
-
Immobile
ATA
-
Balotelli
ATA
Reservas
-
Thiago Motta
VOL
-
Cassano
ATA
-
Parolo
VOL
Uruguai
Titulares
-
Cristian Rodríguez
MEC
-
Óscar Tabárez
TEC
-
Godín
ZAE
-
Muslera
GOL
-
Martín Cáceres
LAE
-
Lodeiro
MEC
-
Arévalo Ríos
VOL
-
Cavani
ATA
-
Luis Suárez
ATA
-
Álvaro Pereira
LAE
-
Álvaro González
VOL
-
José Giménez
ZAD
Reservas
-
Maxi Pereira
LAD
-
Gastón Ramírez
MEC
-
Stuani
ATA