Costa Rica
Seleção Costarriquenha de Futebol
Sobre o Costa Rica
A Garra de "La Sele": A História da Seleção Costarriquenha de Futebol
A história do futebol na Costa Rica é tão vibrante quanto sua natureza exuberante. A fundação da Federación Costarricense de Fútbol (FEDEFUTBOL) em 13 de junho de 1921 marcou o nascimento oficial do esporte no país, com a seleção nacional realizando sua primeira partida em setembro do mesmo ano, uma vitória expressiva de 7 a 0 sobre El Salvador. Desde então, o futebol se enraizou profundamente na cultura costarriquenha, transcendendo as fronteiras do esporte para se tornar um símbolo de identidade e orgulho nacional. A afiliação à FIFA em 1927 solidificou a posição da Costa Rica no cenário futebolístico internacional, permitindo que "La Sele" – como carinhosamente é conhecida – começasse a construir sua própria lenda.
Localizada na América Central, a Costa Rica, apesar de seu tamanho modesto, emergiu como uma potência futebolística respeitada, especialmente na CONCACAF. A seleção se tornou sinônimo de resiliência e talento, desafiando nações maiores e mais estabelecidas. Sua participação em Copas do Mundo, que começou em 1990 na Itália, é um testemunho de sua persistência. Naquele torneio, os Ticos surpreenderam o mundo ao avançar para as oitavas de final, um feito notável para uma equipe estreante. Essa performance estabeleceu um padrão de expectativa e demonstrou a capacidade do pequeno país de brilhar nos grandes palcos.
O auge da Seleção Costarriquenha foi, sem dúvida, a Copa do Mundo de 2014 no Brasil. Sob o comando de Jorge Luis Pinto, "La Sele" foi sorteada para o "grupo da morte" ao lado de Uruguai, Itália e Inglaterra – campeões mundiais. Contra todas as expectativas, a Costa Rica não apenas avançou, mas liderou o grupo, derrotando Uruguai e Itália, e empatando com a Inglaterra. A jornada heróica culminou nas quartas de final, onde foram eliminados nos pênaltis pela Holanda, após um empate sem gols. Essa campanha histórica, impulsionada por jogadores como Keylor Navas, Bryan Ruiz e Joel Campbell, não apenas consolidou seu status de azarão temível, mas também uniu a nação em uma celebração sem precedentes.
Além das Copas do Mundo, a Costa Rica conquistou o Campeonato da CONCACAF (precursor da Gold Cup) em três ocasiões e é presença constante nas fases finais da Gold Cup e nas Eliminatórias. A seleção continuou a se classificar para o Mundial, participando das edições de 2018 e 2022, reafirmando sua presença global. A camisa vermelha e azul de "La Sele" representa não apenas o amor pelo futebol, mas a força e a determinação de um povo que sonha grande, provando que o coração e a paixão podem superar qualquer adversidade no gramado.
A história do futebol na Costa Rica é tão vibrante quanto sua natureza exuberante. A fundação da Federación Costarricense de Fútbol (FEDEFUTBOL) em 13 de junho de 1921 marcou o nascimento oficial do esporte no país, com a seleção nacional realizando sua primeira partida em setembro do mesmo ano, uma vitória expressiva de 7 a 0 sobre El Salvador. Desde então, o futebol se enraizou profundamente na cultura costarriquenha, transcendendo as fronteiras do esporte para se tornar um símbolo de identidade e orgulho nacional. A afiliação à FIFA em 1927 solidificou a posição da Costa Rica no cenário futebolístico internacional, permitindo que "La Sele" – como carinhosamente é conhecida – começasse a construir sua própria lenda.
Localizada na América Central, a Costa Rica, apesar de seu tamanho modesto, emergiu como uma potência futebolística respeitada, especialmente na CONCACAF. A seleção se tornou sinônimo de resiliência e talento, desafiando nações maiores e mais estabelecidas. Sua participação em Copas do Mundo, que começou em 1990 na Itália, é um testemunho de sua persistência. Naquele torneio, os Ticos surpreenderam o mundo ao avançar para as oitavas de final, um feito notável para uma equipe estreante. Essa performance estabeleceu um padrão de expectativa e demonstrou a capacidade do pequeno país de brilhar nos grandes palcos.
O auge da Seleção Costarriquenha foi, sem dúvida, a Copa do Mundo de 2014 no Brasil. Sob o comando de Jorge Luis Pinto, "La Sele" foi sorteada para o "grupo da morte" ao lado de Uruguai, Itália e Inglaterra – campeões mundiais. Contra todas as expectativas, a Costa Rica não apenas avançou, mas liderou o grupo, derrotando Uruguai e Itália, e empatando com a Inglaterra. A jornada heróica culminou nas quartas de final, onde foram eliminados nos pênaltis pela Holanda, após um empate sem gols. Essa campanha histórica, impulsionada por jogadores como Keylor Navas, Bryan Ruiz e Joel Campbell, não apenas consolidou seu status de azarão temível, mas também uniu a nação em uma celebração sem precedentes.
Além das Copas do Mundo, a Costa Rica conquistou o Campeonato da CONCACAF (precursor da Gold Cup) em três ocasiões e é presença constante nas fases finais da Gold Cup e nas Eliminatórias. A seleção continuou a se classificar para o Mundial, participando das edições de 2018 e 2022, reafirmando sua presença global. A camisa vermelha e azul de "La Sele" representa não apenas o amor pelo futebol, mas a força e a determinação de um povo que sonha grande, provando que o coração e a paixão podem superar qualquer adversidade no gramado.
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