Sobre el Partido
Em 12 de junho de 1938, nas pitorescas terras francesas de Antibes, um embate desigual, mas historicamente significativo, se desenrolava pelas quartas de final da Copa do Mundo. A Suécia, uma potência europeia em ascensão, enfrentava a surpreendente seleção de Cuba, que, beneficiada por desistências, fazia sua estreia em Mundiais. O Stade du Fort Carré seria palco de um David e Golias onde o gigante prevaleceria de forma avassaladora.
Desde o apito inicial, a superioridade sueca foi evidente. Os nórdicos, com seu futebol técnico e físico, atropelaram uma brava, mas inexperiente, equipe cubana. A máquina de gols sueca, liderada por nomes como Tore Keller, Gustav Wetterström e Harry Andersson, não deu trégua. Wetterström e Andersson, cada um marcando três vezes, e Keller, com dois tentos, construíram a histórica goleada de 8 a 0.
Para Cuba, foi uma lição dolorosa, mas sua mera presença nas quartas representava um feito extraordinário, um farol de esperança para o futebol caribenho. A Suécia, por sua vez, avançava com moral, demonstrando sua força, mas o sonho cubano, embora encerrado de forma brutal no placar, ecoaria como um conto de persistência e paixão. Um jogo que, apesar da disparidade, eternizou a magia de uma Copa do Mundo onde o improvável já havia acontecido.
Desde o apito inicial, a superioridade sueca foi evidente. Os nórdicos, com seu futebol técnico e físico, atropelaram uma brava, mas inexperiente, equipe cubana. A máquina de gols sueca, liderada por nomes como Tore Keller, Gustav Wetterström e Harry Andersson, não deu trégua. Wetterström e Andersson, cada um marcando três vezes, e Keller, com dois tentos, construíram a histórica goleada de 8 a 0.
Para Cuba, foi uma lição dolorosa, mas sua mera presença nas quartas representava um feito extraordinário, um farol de esperança para o futebol caribenho. A Suécia, por sua vez, avançava com moral, demonstrando sua força, mas o sonho cubano, embora encerrado de forma brutal no placar, ecoaria como um conto de persistência e paixão. Um jogo que, apesar da disparidade, eternizou a magia de uma Copa do Mundo onde o improvável já havia acontecido.
Goles
9'
Keller
32'
Wetterstrom
37'
Wetterstrom
44'
Wetterstrom
80'
Keller
81'
Keller
84'
Nyberg
90'
Andersson
Alineaciones
Suécia
Titulares
-
Eriksson
DEF
Salió al 90'
-
Abrahamsson
GOL
Salió al 90'
-
Joszef Nagy
TEC
Salió al 90'
-
Jacobsson
MEI
Salió al 90'
-
Svanstrom
MEI
Salió al 90'
-
Almgren
MEI
Salió al 90'
-
Nyberg
ATA
Salió al 90'
-
Andersson
ATA
Salió al 90'
-
Wetterstrom
ATA
Salió al 90'
-
Keller
ATA
Salió al 90'
-
Johansson
ATA
Salió al 90'
-
Kallgren
DEF
Salió al 90'
Cuba
Titulares
-
Alonzo
MEI
Salió al 90'
-
Jose Tapia
TEC
Salió al 90'
-
Carvajales
GOL
Salió al 90'
-
Barquin
DEF
Salió al 90'
-
Chorens
DEF
Salió al 90'
-
Arias
MEI
Salió al 90'
-
Berges
MEI
Salió al 90'
-
Fernandez
MEI
Salió al 90'
-
Rodriguez
MEI
Salió al 90'
-
Socorro
ATA
Salió al 90'
-
Tunas
ATA
Salió al 90'
-
Ferrer
ATA
Salió al 90'
Arbitraje
Árbitro
Kirst
Árbitro
Kirst
Árbitro
Kirst