Sobre a Partida
Na tarde chuvosa de 13 de julho de 1966, em Old Trafford, Manchester, o mundo testemunhava a estreia de uma seleção que mudaria a história do futebol português: Portugal. Contra a respeitada Hungria, herdeira dos lendários 'Magiares Mágicos', os 'Lobos' de Eusébio faziam sua primeira aparição em Copas do Mundo, em um confronto que prometia fogo e técnica.
A expectativa era imensa. Portugal, liderado pelo lendário Eusébio, a 'Pantera Negra', e com talentos como Mário Coluna, buscava afirmar-se. A Hungria, com o craque Flórián Albert e o artilheiro Ferenc Bene, não era um adversário qualquer. O duelo era um choque de estilos e uma prova de fogo para os novatos lusitanos.
O relógio mal marcava o primeiro minuto quando Portugal abriu o placar. Um cruzamento preciso de Vicente, e José Augusto, com oportunismo ímpar, cabeceou para o fundo das redes, explodindo a torcida lusa. A Hungria, porém, não se rendeu. Ferenc Bene, com sua agilidade, encontrou o caminho para o empate, silenciando Old Trafford temporariamente. Mas a tarde era de Portugal. José Augusto, incansável, marcou seu segundo gol, recolocando os portugueses na frente.
No segundo tempo, em um lance espetacular de Mário Coluna, que driblou defensores antes de servir com maestria, Torres sacramentou a vitória com um chute potente. O 3 a 1 final não foi apenas um resultado, foi o anúncio formal de Portugal ao cenário mundial, um prenúncio da caminhada gloriosa que viria naquele torneio. A lenda começava ali, sob o olhar atento do 'Rei' Eusébio.
A expectativa era imensa. Portugal, liderado pelo lendário Eusébio, a 'Pantera Negra', e com talentos como Mário Coluna, buscava afirmar-se. A Hungria, com o craque Flórián Albert e o artilheiro Ferenc Bene, não era um adversário qualquer. O duelo era um choque de estilos e uma prova de fogo para os novatos lusitanos.
O relógio mal marcava o primeiro minuto quando Portugal abriu o placar. Um cruzamento preciso de Vicente, e José Augusto, com oportunismo ímpar, cabeceou para o fundo das redes, explodindo a torcida lusa. A Hungria, porém, não se rendeu. Ferenc Bene, com sua agilidade, encontrou o caminho para o empate, silenciando Old Trafford temporariamente. Mas a tarde era de Portugal. José Augusto, incansável, marcou seu segundo gol, recolocando os portugueses na frente.
No segundo tempo, em um lance espetacular de Mário Coluna, que driblou defensores antes de servir com maestria, Torres sacramentou a vitória com um chute potente. O 3 a 1 final não foi apenas um resultado, foi o anúncio formal de Portugal ao cenário mundial, um prenúncio da caminhada gloriosa que viria naquele torneio. A lenda começava ali, sob o olhar atento do 'Rei' Eusébio.
Gols
2'
Augusto
60'
Bene
67'
Augusto
90'
Torres
Escalações
Portugal
Titulares
-
Otto Glória
TEC
-
Morais
DEF
-
Vicente
MEI
-
Carvalho
GOL
-
Augusto
ATA
-
Simoes
ATA
-
Eusebio
ATA
-
Torres
ATA
-
Coluna
MEI
-
Graca
MEI
-
Baptista
DEF
-
Hilario
DEF
Hungria
Titulares
-
Sovari
DEF
-
Szentmihaly
GOL
-
Rakosi
ATA
-
Albert
ATA
-
Bene
ATA
-
Farkas
ATA
-
Kaposzta
DEF
-
Sipos
DEF
-
Matrai
DEF
-
Meszoly
DEF
-
Lajos Baroti
TEC
-
Nagy
Arbitragem
Árbitro
Tschenscher