Sobre a Partida
A tarde de 17 de junho de 1990, no Stadio Friuli, em Udine, prometia emoções na Copa do Mundo da Itália. A Espanha, após um empate morno contra o Uruguai, buscava a redenção e os pontos cruciais contra uma aguerrida Coreia do Sul, que, apesar da derrota inicial para a Bélgica, não se renderia facilmente. Era um embate entre a técnica europeia e a incansável garra asiática no Grupo E, com a Fúria Roja tendo a obrigação de vencer para não complicar sua situação.
Desde o apito inicial, a Espanha, liderada por nomes como Butragueño no ataque e o maestro Míchel no meio-campo, tentava impor seu ritmo. Aos 22 minutos, a equipe europeia abriu o placar com uma penalidade convertida com frieza pelo talentoso meio-campista Míchel, ex-Real Madrid e estrela da seleção. Contudo, a Coreia do Sul, conhecida por sua resiliência e velocidade, não se abateu. Perto do intervalo, em um lampejo de ataque, Hwangbo Kwan soltou um chute potente de fora da área, surpreendendo o goleiro Zubizarreta e incendiando a partida com um gol de empate espetacular, levando o público ao delírio e os coreanos à esperança de um feito histórico.
Mas o brilho individual de Míchel estava destinado a selar o destino do jogo. Na segunda etapa, ele demonstrou por que era um dos grandes meias de sua geração. Aos 61 minutos, após uma jogada bem trabalhada que furou a defesa asiática, Míchel voltou a colocar a Espanha na frente. E, para coroar sua atuação memorável, aos 81, ele completou seu hat-trick com um terceiro gol que liquidou as esperanças sul-coreanas, garantindo a vitória por 3 a 1. A Espanha deu um passo importante para a classificação, enquanto a Coreia do Sul, apesar da luta, via o sonho da Copa se esvair. O dia foi de Míchel, o artilheiro improvável que dominou a cena em Udine.
Desde o apito inicial, a Espanha, liderada por nomes como Butragueño no ataque e o maestro Míchel no meio-campo, tentava impor seu ritmo. Aos 22 minutos, a equipe europeia abriu o placar com uma penalidade convertida com frieza pelo talentoso meio-campista Míchel, ex-Real Madrid e estrela da seleção. Contudo, a Coreia do Sul, conhecida por sua resiliência e velocidade, não se abateu. Perto do intervalo, em um lampejo de ataque, Hwangbo Kwan soltou um chute potente de fora da área, surpreendendo o goleiro Zubizarreta e incendiando a partida com um gol de empate espetacular, levando o público ao delírio e os coreanos à esperança de um feito histórico.
Mas o brilho individual de Míchel estava destinado a selar o destino do jogo. Na segunda etapa, ele demonstrou por que era um dos grandes meias de sua geração. Aos 61 minutos, após uma jogada bem trabalhada que furou a defesa asiática, Míchel voltou a colocar a Espanha na frente. E, para coroar sua atuação memorável, aos 81, ele completou seu hat-trick com um terceiro gol que liquidou as esperanças sul-coreanas, garantindo a vitória por 3 a 1. A Espanha deu um passo importante para a classificação, enquanto a Coreia do Sul, apesar da luta, via o sonho da Copa se esvair. O dia foi de Míchel, o artilheiro improvável que dominou a cena em Udine.
Gols
22'
Michel
42'
Hwang Bo Kwan
61'
Michel
81'
Michel
Escalações
Coreia do Sul
Titulares
-
Choi Soon Ho
MEI
-
Kim Joo Sung
ATA
-
Byun
MEI
-
Lee Hoe Taik
TEC
-
Choi In Young
GOL
-
Gu
DEF
-
Hong Myung Bo
DEF
-
Choi Kang Hee
DEF
-
Chung Hae Won
MEI
-
Yoon Deok Yeo
MEI
-
Hwang Bo Kwan
MEI
-
Park Kyung Hoon
DEF
Reservas
-
Chung Jong Soo
DEF
-
Noh
MEI
Espanha
Titulares
-
Zubizarreta
GOL
-
Butragueno
ATA
-
Julio Salinas
ATA
-
Suarez
TEC
-
Gorriz
DEF
-
Chendo
DEF
-
Andrinua
DEF
-
Sanchis
DEF
-
Roberto
MEI
-
Villaroya
MEI
-
Martin Vazquez
MEI
-
Michel
MEI
Reservas
-
Bakero
MEI
-
Fernando
ATA
Arbitragem
Árbitro
Elias Jacome