Sobre a Partida
O Stadio Renato Dall'Ara em Bologna seria o palco de um drama épico em 26 de junho de 1990. A Inglaterra de Bobby Robson, com Gary Lineker, Chris Waddle e um jovem Paul Gascoigne (Gazza), enfrentava a talentosa Bélgica de Enzo Scifo e Jan Ceulemans nas oitavas de final da Copa do Mundo. Era um duelo de titãs europeus, com a pressão de um mata-mata palpável em cada passe, uma batalha pela sobrevivência no calor italiano.
O jogo foi uma verdadeira guerra de nervos e tática. Peter Shilton, lenda inglesa no gol, viu sua defesa trabalhar incessantemente para conter os ataques belgas. A Bélgica, com sua posse de bola e inteligência, ameaçava em lances esporádicos, com Scifo acertando a trave e Ceulemans testando a experiência de Shilton. Mas a Inglaterra, embora frustrada pela sólida defesa de Michel Preud'homme, não se rendia. Waddle infernizava pela ponta, e Lineker buscava espaços que raramente apareciam.
Com o placar travado em 0 a 0 após os 90 minutos, a prorrogação parecia inevitável. E com ela, o momento que selaria o destino de uma nação. Aos 119 minutos, quando os pênaltis já eram uma sombra iminente, Gazza cobrou uma falta magistralmente. A bola flutuou na área belga, e David Platt, com um voleio acrobático e perfeito, mandou-a para o fundo das redes. Um gol que ecoou por toda a Itália, garantindo à Inglaterra uma vitória suada e dramática, e a passagem para as quartas. O sonho belga era desfeito em pedaços no último suspiro do jogo.
O jogo foi uma verdadeira guerra de nervos e tática. Peter Shilton, lenda inglesa no gol, viu sua defesa trabalhar incessantemente para conter os ataques belgas. A Bélgica, com sua posse de bola e inteligência, ameaçava em lances esporádicos, com Scifo acertando a trave e Ceulemans testando a experiência de Shilton. Mas a Inglaterra, embora frustrada pela sólida defesa de Michel Preud'homme, não se rendia. Waddle infernizava pela ponta, e Lineker buscava espaços que raramente apareciam.
Com o placar travado em 0 a 0 após os 90 minutos, a prorrogação parecia inevitável. E com ela, o momento que selaria o destino de uma nação. Aos 119 minutos, quando os pênaltis já eram uma sombra iminente, Gazza cobrou uma falta magistralmente. A bola flutuou na área belga, e David Platt, com um voleio acrobático e perfeito, mandou-a para o fundo das redes. Um gol que ecoou por toda a Itália, garantindo à Inglaterra uma vitória suada e dramática, e a passagem para as quartas. O sonho belga era desfeito em pedaços no último suspiro do jogo.
Gols
119'
Platt
Escalações
Inglaterra
Titulares
-
Gascoigne
MEI
-
Barnes
ATA
-
Waddle
MEI
-
Mc Mahon
MEI
-
Walker
LAD
-
Pearce
DEF
-
Wright
DEF
-
Butcher
DEF
-
Parker
DEF
-
Lineker
ATA
-
Robson
TEC
-
Shilton
GOL
Reservas
-
Bull
ATA
-
Platt
ATA
Bélgica
Titulares
-
Demol
DEF
-
Versavel
MEI
-
Gerets
DEF
-
Clijsters
MEI
-
Degryse
ATA
-
Guy Thys
TEC
-
Preudhomme
GOL
-
Scifo
MEI
-
Van Der Elst
MEI
-
De Wolf
DEF
-
Grun
DEF
-
Ceulemans
ATA
Reservas
-
Vervoort
DEF
-
Claesen
ATA
Arbitragem
Árbitro
Peter Mikkelsen
Árbitro
Peter Mikkelsen