Sobre a Partida
Na efervescente atmosfera do Kashima Soccer Stadium, no dia 5 de junho de 2002, a Copa do Mundo do Japão e Coreia testemunhou um embate que se tornaria um clássico de resiliência. A Alemanha, vindo de uma goleada avassaladora sobre a Arábia Saudita, entrava em campo como favorita contra uma aguerrida Irlanda, ainda sob o impacto da saída de Roy Keane, mas unida e determinada sob a liderança de Mick McCarthy.
Os alemães, comandados por Rudi Völler, não demoraram a mostrar sua força. Aos 19 minutos, o jovem Miroslav Klose, já com três gols no torneio, provou sua maestria nas alturas. Com um cabeceio fulminante após cruzamento preciso, ele superou a defesa irlandesa e o goleiro Shay Given, colocando a Alemanha em vantagem. Oliver Kahn, a Muralha Bávara, parecia intransponível na meta alemã.
No entanto, a Irlanda se recusava a se render. Com a velocidade e a inventividade de Damien Duff e a incansável luta no meio-campo, os "Boys in Green" pressionaram. A cada ataque, a torcida irlandesa, vibrante, empurrava sua seleção. Lances de perigo surgiram, mas a defesa alemã e as defesas de Kahn mantinham o placar. O tempo escorria, e a vitória alemã parecia selada.
Foi nos acréscimos, aos 92 minutos, que a mágica aconteceu. Um lançamento longo, um desvio de cabeça, e a bola encontrou Robbie Keane. Com a frieza de um matador, o atacante irlandês dominou e, com um chute potente, venceu Kahn, quebrando o silêncio alemão em euforia verde. O 1 a 1 final foi um grito de esperança para a Irlanda e um aviso para a Alemanha: na Copa, nada está decidido até o apito final.
Os alemães, comandados por Rudi Völler, não demoraram a mostrar sua força. Aos 19 minutos, o jovem Miroslav Klose, já com três gols no torneio, provou sua maestria nas alturas. Com um cabeceio fulminante após cruzamento preciso, ele superou a defesa irlandesa e o goleiro Shay Given, colocando a Alemanha em vantagem. Oliver Kahn, a Muralha Bávara, parecia intransponível na meta alemã.
No entanto, a Irlanda se recusava a se render. Com a velocidade e a inventividade de Damien Duff e a incansável luta no meio-campo, os "Boys in Green" pressionaram. A cada ataque, a torcida irlandesa, vibrante, empurrava sua seleção. Lances de perigo surgiram, mas a defesa alemã e as defesas de Kahn mantinham o placar. O tempo escorria, e a vitória alemã parecia selada.
Foi nos acréscimos, aos 92 minutos, que a mágica aconteceu. Um lançamento longo, um desvio de cabeça, e a bola encontrou Robbie Keane. Com a frieza de um matador, o atacante irlandês dominou e, com um chute potente, venceu Kahn, quebrando o silêncio alemão em euforia verde. O 1 a 1 final foi um grito de esperança para a Irlanda e um aviso para a Alemanha: na Copa, nada está decidido até o apito final.
Gols
19'
Klose
92'
Robbie Keane
Escalações
Alemanha
Titulares
-
Voeller
TEC
-
Jancker
ATA
-
Hamann
MEI
-
Klose
ATA
-
Schneider
MEI
-
Ballack
MEC
-
Ziege
MEI
-
Frings
MEC
-
Linke
DEF
-
Metzelder
ZAD
-
Kahn
GOL
-
Ramelow
MEI
Reservas
-
Bierhoff
ATA
-
Bode
ATA
-
Jeremies
MEI
Irlanda
Titulares
-
Robbie Keane
ATA
-
Duff
MEC
-
Kinsella
MEI
-
Holland
MEI
-
Harte
LAE
-
Kilbane
LAE
-
Mc Carthy
TEC
-
Staunton
DEF
-
Finnan
DEF
-
Breen
DEF
-
Given
GOL
-
Kelly
DEF
Reservas
-
Quinn
ATA
-
Cunningham
DEF
-
Reid
LAD
Arbitragem
Árbitro
Kim Nielsen