Sobre a Partida
Naquele 22 de junho de 2002, o Gwangju World Cup Stadium foi palco de um drama que entraria para a história da Copa do Mundo. A Espanha, recheada de talentos como Iker Casillas, Fernando Hierro, Juan Carlos Valerón e o perigoso Fernando Morientes, buscava quebrar o tabu e finalmente brilhar em um Mundial. Do outro lado, a anfitriã Coreia do Sul, sob a batuta de Guus Hiddink e com a energia incansável de Park Ji-sung e Ahn Jung-hwan, vivia um conto de fadas, impulsionada por uma torcida fervorosa e decisões polêmicas.
O jogo foi um embate tenso, com o placar teimosamente em 0 a 0 no tempo normal e na prorrogação. Contudo, essa paridade escondeu uma controvérsia estrondosa. A Fúria teve não um, mas dois gols anulados de forma questionável pelo árbitro egípcio Gamal Al-Ghandour. Um gol de Rubén Baraja foi anulado por uma suposta falta, e um cruzamento perfeito de Joaquín para Morientes, que resultou em gol de cabeça, foi invalidado por um impedimento fantasma, com a bola claramente ainda em jogo. O poste também negou a Morientes a glória. Casillas, um gigante, segurou as pontas, levando a disputa para os pênaltis.
A sorte espanhola esvaiu-se ali. Joaquín, protagonista de uma das polêmicas, perdeu sua cobrança decisiva. Hong Myung-bo, o lendário capitão coreano, marcou o último pênalti, selando a vitória da Coreia do Sul por 5 a 3. Foi o ápice de uma campanha inacreditável para os asiáticos e a materialização de mais uma frustração para uma Espanha que sentia o gosto amargo de ter sido, para muitos, injustiçada.
O jogo foi um embate tenso, com o placar teimosamente em 0 a 0 no tempo normal e na prorrogação. Contudo, essa paridade escondeu uma controvérsia estrondosa. A Fúria teve não um, mas dois gols anulados de forma questionável pelo árbitro egípcio Gamal Al-Ghandour. Um gol de Rubén Baraja foi anulado por uma suposta falta, e um cruzamento perfeito de Joaquín para Morientes, que resultou em gol de cabeça, foi invalidado por um impedimento fantasma, com a bola claramente ainda em jogo. O poste também negou a Morientes a glória. Casillas, um gigante, segurou as pontas, levando a disputa para os pênaltis.
A sorte espanhola esvaiu-se ali. Joaquín, protagonista de uma das polêmicas, perdeu sua cobrança decisiva. Hong Myung-bo, o lendário capitão coreano, marcou o último pênalti, selando a vitória da Coreia do Sul por 5 a 3. Foi o ápice de uma campanha inacreditável para os asiáticos e a materialização de mais uma frustração para uma Espanha que sentia o gosto amargo de ter sido, para muitos, injustiçada.
Escalações
Espanha
Titulares
-
Camacho
TEC
-
Nadal
DEF
-
Romero
DEF
-
Joaquin
MEI
-
Morientes
ATA
-
Valerón
MEC
-
Helguera
MEI
-
Hierro
DEF
-
Baraja
MEI
-
Casillas
GOL
-
De Pedro
MEI
-
Puyol
ZAE
Reservas
-
Luis Enrique
MEI
-
Xavi
MEC
-
Mendieta
MEI
Coreia do Sul
Titulares
-
Seol Ki Hyeon
ATA
-
Ahn
ATA
-
Song Chong Gug
MEI
-
Park Ji-Sung
MEC
-
Kim Nam-Il
VOL
-
Hong Myung Bo
DEF
-
Lee Young-Pyo
LAE
-
Yoo Sang Chul
DEF
-
Guus Hiddink
TEC
-
Kim Tae Young
DEF
-
Lee Woon-Jae
GOL
-
Choi Jin Cheul
DEF
Reservas
-
Lee Chun Soo
ATA
-
Hwang Sun Hong
ATA
-
Lee Eul Yong
MEI
Arbitragem
Árbitro
Gamal Ghandour
Árbitro
Gamal Ghandour