Sobre a Partida
Paris, 19 de junho de 1938. No Stade Olympique de Colombes, o ar estava carregado não apenas com a expectativa de uma final de Copa do Mundo, mas com a sombra de um continente à beira da guerra e a célebre frase "Vincere o morire!" ecoando dos gabinetes de Roma. A Itália de Benito Mussolini buscava um feito inédito: o bicampeonato consecutivo, um testemunho de força. Do outro lado, a talentosa Hungria, com nomes como György Sárosi, sonhava em destronar os campeões.
A Azzurra, comandada pelo lendário Vittorio Pozzo, não demorou a mostrar sua força. Gino Colaussi abriu o placar aos 6 minutos, mas Pál Titkos, em um piscar de olhos, empatou para os magiares. A resposta italiana veio com a classe de Silvio Piola, que recolocou a Itália à frente aos 16. O jogo era um vaivém eletrizante, um duelo de titãs táticos e artilheiros. Colaussi, novamente ele, ampliou aos 35, levando a Itália para o vestiário com 3 a 1.
O segundo tempo viu a Hungria lutar bravamente. György Sárosi diminuiu aos 70, acendendo a esperança húngara e testando a solidez defensiva italiana e a genialidade de Giuseppe Meazza, o maestro em campo. Mas a glória estava reservada. Piola, implacável, selou o destino da partida aos 82 minutos. O 4 a 2 final coroou a Itália como a primeira bicampeã mundial, um feito que ecoaria por décadas, consolidando a Azzurra como uma dinastia e Pozzo como o único técnico bicampeão da história da Copa.
A Azzurra, comandada pelo lendário Vittorio Pozzo, não demorou a mostrar sua força. Gino Colaussi abriu o placar aos 6 minutos, mas Pál Titkos, em um piscar de olhos, empatou para os magiares. A resposta italiana veio com a classe de Silvio Piola, que recolocou a Itália à frente aos 16. O jogo era um vaivém eletrizante, um duelo de titãs táticos e artilheiros. Colaussi, novamente ele, ampliou aos 35, levando a Itália para o vestiário com 3 a 1.
O segundo tempo viu a Hungria lutar bravamente. György Sárosi diminuiu aos 70, acendendo a esperança húngara e testando a solidez defensiva italiana e a genialidade de Giuseppe Meazza, o maestro em campo. Mas a glória estava reservada. Piola, implacável, selou o destino da partida aos 82 minutos. O 4 a 2 final coroou a Itália como a primeira bicampeã mundial, um feito que ecoaria por décadas, consolidando a Azzurra como uma dinastia e Pozzo como o único técnico bicampeão da história da Copa.
Gols
6'
Colaussi
8'
Titkos
16'
Piola
35'
Colaussi
70'
Sarosi
82'
Piola
Escalações
Itália
Titulares
-
Vittorio Pozzo
TEC
-
Foni
DEF
-
Colaussi
ATA
-
Biavati
ATA
-
Piola
ATA
-
Locatelli
MEI
-
Meazza
MEI
-
Ferrari
MEI
-
Serantoni
MEI
-
Andreolo
MEI
-
Rava
DEF
-
Olivieri
GOL
Hungria
Titulares
-
Polgar
DEF
-
Titkos
ATA
-
Vincze
MEI
-
Szalay
MEI
-
Szabo
GOL
-
Sas
ATA
-
Gyula Zsengeller
ATA
-
Sarosi
ATA
-
Biro
DEF
-
Lazar
DEF
-
Alfred Schaffer
TEC
-
Szucs
DEF
Arbitragem
Árbitro
Capdeville
Árbitro
Capdeville
Árbitro
Capdeville