Sobre a Partida
Na fria noite de 20 de julho de 1966, Old Trafford, o lendário teatro dos sonhos em Manchester, tornou-se palco de um embate crucial na Copa do Mundo. A Hungria, ainda com o brilho fantasma de seus 'Magiares Mágicos' e a confiança renovada após a surpreendente vitória sobre o Brasil, enfrentava uma Bulgária já eliminada, mas sedenta por dignidade. Era um duelo de leste europeu, com os húngaros buscando solidificar sua passagem às quartas de final.
A tensão era palpável, e os búlgaros, sem nada a perder, surpreenderam. Logo aos 15 minutos, a lenda Georgi Asparuhov silenciou a torcida com um gol que acendeu um alerta na equipe húngara. A reação, contudo, veio com a classe esperada. O artilheiro Iván Bene, um dos grandes nomes daquela geração, empatou aos 43 minutos, aliviando a pressão. Em um golpe de mestre antes do intervalo, János Farkas virou o placar, mostrando a letalidade do ataque húngaro.
O segundo tempo viu a Hungria administrar a vantagem, com Flórián Albert, o futuro Bola de Ouro, orquestrando as jogadas no meio-campo. A Bulgária tentou resistir, mas a experiência e a técnica húngara prevaleceram. Já nos minutos finais, Kálmán Mészöly, com a frieza de um capitão, converteu um pênalti, selando a vitória por 3 a 1. O resultado não só confirmou a força húngara no Grupo 3, como também abriu caminho para as quartas de final, mantendo vivo o sonho de uma nova campanha gloriosa.
A tensão era palpável, e os búlgaros, sem nada a perder, surpreenderam. Logo aos 15 minutos, a lenda Georgi Asparuhov silenciou a torcida com um gol que acendeu um alerta na equipe húngara. A reação, contudo, veio com a classe esperada. O artilheiro Iván Bene, um dos grandes nomes daquela geração, empatou aos 43 minutos, aliviando a pressão. Em um golpe de mestre antes do intervalo, János Farkas virou o placar, mostrando a letalidade do ataque húngaro.
O segundo tempo viu a Hungria administrar a vantagem, com Flórián Albert, o futuro Bola de Ouro, orquestrando as jogadas no meio-campo. A Bulgária tentou resistir, mas a experiência e a técnica húngara prevaleceram. Já nos minutos finais, Kálmán Mészöly, com a frieza de um capitão, converteu um pênalti, selando a vitória por 3 a 1. O resultado não só confirmou a força húngara no Grupo 3, como também abriu caminho para as quartas de final, mantendo vivo o sonho de uma nova campanha gloriosa.
Gols
15'
Asparukhov
43'
Davidov Contra
45'
Meszoly
54'
Bene
Escalações
Hungria
Titulares
-
Kaposzta
DEF
-
Albert
ATA
-
Bene
ATA
-
Farkas
ATA
-
Mathesz
MEI
-
Sipos
DEF
-
Matrai
DEF
-
Szepesi
DEF
-
Meszoly
DEF
-
Gelei
GOL
-
Lajos Baroti
TEC
-
Rakosi
ATA
Bulgária
Titulares
-
Rudolf Vytlacil
TEC
-
Largov
DEF
-
Vutzov
DEF
-
Zhekov
MEI
-
Kotkov
ATA
-
Penev
DEF
-
Davidov
MEI
-
Gaganelov
DEF
-
Simeonov
GOL
-
Yakimov
ATA
-
Asparukhov
ATA
-
Kolev
ATA
Arbitragem
Árbitro
Duval Goicoechea