Grécia
- Títulos
- 0
- Total de Partidos
- 13
- Aprovechamiento
- 23.1%
Resumen
Últimos Partidos
Máximos Goleadores
- Sokratis1 goles
- Salpingidis1 goles
- Samaris1 goles
- Samaras1 goles
- Torosidis1 goles
Partidos
Ver todos los partidosÚltimos Partidos
-
Costa Rica 1 × 1 Grécia
FIN
29/06/14
Costa Rica
Grécia
-
Grécia 2 × 1 Costa do Marfim
FIN
24/06/14
Grécia
Costa do Marfim
-
Japão 0 × 0 Grécia
FIN
19/06/14
Japão
Grécia
-
Colômbia 3 × 0 Grécia
FIN
14/06/14
Colômbia
Grécia
-
Grécia 0 × 2 Argentina
FIN
22/06/10
Grécia
Argentina
-
Grécia 2 × 1 Nigéria
FIN
17/06/10
Grécia
Nigéria
-
Coreia do Sul 2 × 0 Grécia
FIN
12/06/10
Coreia do Sul
Grécia
-
Grécia 0 × 0 México
FIN
22/06/05
Grécia
México
-
Grécia 0 × 1 Japão
FIN
19/06/05
Grécia
Japão
-
Seleção Brasil 3 × 0 Grécia
FIN
16/06/05
Seleção Brasil
Grécia
Récords
Estadísticas Generales
- Victorias
- 2
- Empates
- 3
- Derrotas
- 8
- Goles Marcados
- 5
- Goles Recibidos
- 24
- Diferencia de Goles
- -19
Aprovechamiento
Grécia
Media del Sitio
23%
36%
Aplicadas
Sufridas
Participaciones
Copa do Mundo
Copa das Confederações
Principales Rivales
Sobre Grécia
A Grécia no Futebol: A Épica Jornada da Seleção Helênica
A Seleção Nacional de Futebol da Grécia, conhecida popularmente como "Grécia" ou "Ethniki" (A Nacional), representa a nação helênica nas competições internacionais. Embora o futebol tenha chegado ao país no final do século XIX, a fundação formal que pavimentou o caminho para a equipe nacional ocorreu com o estabelecimento da Federação Helênica de Futebol (EPO - Hellenic Football Federation) em 1º de janeiro de 1926. Essa data marca o início de uma organização que permitiria à Grécia dar seus primeiros passos no cenário internacional, disputando sua primeira partida oficial em 1929.
Por muitas décadas, a Grécia foi vista como uma equipe de menor expressão no futebol europeu. Suas participações em grandes torneios eram raras, e quando ocorriam, geralmente terminavam na fase de grupos, sem grande impacto. A relevância local, contudo, sempre foi forte, com o futebol sendo um dos esportes mais amados e praticados em todo o território grego, desde Atenas a Salônica, unindo comunidades e refletindo a paixão nacional.
A identidade da Seleção Grega, entretanto, foi redefinida de forma espetacular em 2004. Sob a liderança do técnico alemão Otto Rehhagel, a Grécia protagonizou uma das maiores zebras da história do futebol, conquistando o título da Eurocopa em Portugal. Com uma estratégia tática baseada em solidez defensiva e contra-ataques eficientes, a equipe superou gigantes como a França, a República Tcheca e a anfitriã Portugal na final, chocando o mundo e elevando o perfil do futebol grego a patamares inéditos. Esse triunfo não foi apenas uma vitória esportiva, mas um momento de união e orgulho imenso para todo o povo grego, consolidando a imagem da equipe como um símbolo de resiliência e determinação.
Após 2004, a Seleção Grega continuou a ter momentos de destaque, classificando-se para as Copas do Mundo de 2010 e 2014, e outras edições da Eurocopa, como 2008 e 2012. Embora não tenha replicado o sucesso de 2004, a equipe manteve uma reputação de ser um adversário difícil de ser batido, especialmente em casa. A identidade do "time pirata" ou "navio" (referência à Euro 2004) ainda ressoa, e a camisa azul e branca continua a ser vestida com grande paixão, representando a bandeira nacional e a garra de um país que, contra todas as expectativas, alcançou o topo do continente.
A Seleção Nacional de Futebol da Grécia, conhecida popularmente como "Grécia" ou "Ethniki" (A Nacional), representa a nação helênica nas competições internacionais. Embora o futebol tenha chegado ao país no final do século XIX, a fundação formal que pavimentou o caminho para a equipe nacional ocorreu com o estabelecimento da Federação Helênica de Futebol (EPO - Hellenic Football Federation) em 1º de janeiro de 1926. Essa data marca o início de uma organização que permitiria à Grécia dar seus primeiros passos no cenário internacional, disputando sua primeira partida oficial em 1929.
Por muitas décadas, a Grécia foi vista como uma equipe de menor expressão no futebol europeu. Suas participações em grandes torneios eram raras, e quando ocorriam, geralmente terminavam na fase de grupos, sem grande impacto. A relevância local, contudo, sempre foi forte, com o futebol sendo um dos esportes mais amados e praticados em todo o território grego, desde Atenas a Salônica, unindo comunidades e refletindo a paixão nacional.
A identidade da Seleção Grega, entretanto, foi redefinida de forma espetacular em 2004. Sob a liderança do técnico alemão Otto Rehhagel, a Grécia protagonizou uma das maiores zebras da história do futebol, conquistando o título da Eurocopa em Portugal. Com uma estratégia tática baseada em solidez defensiva e contra-ataques eficientes, a equipe superou gigantes como a França, a República Tcheca e a anfitriã Portugal na final, chocando o mundo e elevando o perfil do futebol grego a patamares inéditos. Esse triunfo não foi apenas uma vitória esportiva, mas um momento de união e orgulho imenso para todo o povo grego, consolidando a imagem da equipe como um símbolo de resiliência e determinação.
Após 2004, a Seleção Grega continuou a ter momentos de destaque, classificando-se para as Copas do Mundo de 2010 e 2014, e outras edições da Eurocopa, como 2008 e 2012. Embora não tenha replicado o sucesso de 2004, a equipe manteve uma reputação de ser um adversário difícil de ser batido, especialmente em casa. A identidade do "time pirata" ou "navio" (referência à Euro 2004) ainda ressoa, e a camisa azul e branca continua a ser vestida com grande paixão, representando a bandeira nacional e a garra de um país que, contra todas as expectativas, alcançou o topo do continente.