Suécia 1 x 0 Uruguai
Cuauhtemoc - Puebla, Mé, co
Sobre a Partida
O calor sufocante de Puebla, em 10 de junho de 1970, foi o palco de um confronto onde a tradição da "Celeste" e a resiliência sueca se digladiavam pelo destino na Copa do Mundo. No Grupo 2, a Suécia de Bo Larsson e Ove Kindvall precisava de uma vitória convincente para sonhar, enquanto o Uruguai, com a lenda Ladislao Mazurkiewicz no gol e a maestria de Pedro Rocha e Luis Cubilla, buscava apenas um empate para se garantir nas quartas de final. A tensão era palpável, um verdadeiro duelo de nervos sob o sol escaldante do México.
O jogo foi um embate tático, com a Suécia pressionando e o Uruguai, com sua garra charrúa, defendendo-se bravamente, ciente de sua vantagem no saldo de gols. A meta de Mazurkiewicz parecia impenetrável. Os minutos finais se arrastavam, e a qualificação uruguaia parecia selada. Mas, no apagar das luzes, precisamente aos 90 minutos, um lance inesperado. Ove Grahn, em um golpe de sorte e persistência, conseguiu furar a defesa uruguaia, marcando o gol que daria a vitória à Suécia.
O gol tardio explodiu em euforia no lado sueco e em desespero no uruguaio. Contudo, o destino já estava selado. Apesar da vitória sueca por 1 a 0, a combinação de resultados – e o saldo de gols acumulado previamente – manteve o Uruguai, mesmo com a derrota, na segunda posição do grupo, à frente da Suécia. Foi uma vitória agridoce para os escandinavos, que, apesar de superar um gigante, não avançaram. O Uruguai, por sua vez, sentiu o gosto amargo da derrota, mas celebrava a classificação por um fio, mostrando que na Copa do Mundo, cada detalhe conta.
O jogo foi um embate tático, com a Suécia pressionando e o Uruguai, com sua garra charrúa, defendendo-se bravamente, ciente de sua vantagem no saldo de gols. A meta de Mazurkiewicz parecia impenetrável. Os minutos finais se arrastavam, e a qualificação uruguaia parecia selada. Mas, no apagar das luzes, precisamente aos 90 minutos, um lance inesperado. Ove Grahn, em um golpe de sorte e persistência, conseguiu furar a defesa uruguaia, marcando o gol que daria a vitória à Suécia.
O gol tardio explodiu em euforia no lado sueco e em desespero no uruguaio. Contudo, o destino já estava selado. Apesar da vitória sueca por 1 a 0, a combinação de resultados – e o saldo de gols acumulado previamente – manteve o Uruguai, mesmo com a derrota, na segunda posição do grupo, à frente da Suécia. Foi uma vitória agridoce para os escandinavos, que, apesar de superar um gigante, não avançaram. O Uruguai, por sua vez, sentiu o gosto amargo da derrota, mas celebrava a classificação por um fio, mostrando que na Copa do Mundo, cada detalhe conta.
Gols
90'
Grahn
Escalações
Suécia
Titulares
-
Bergmark
TEC
-
Larsson
GOL
-
Selander
DEF
-
Axelsson
DEF
-
Eriksson
MEI
-
Svensson
MEI
-
Nicklasson
MEI
-
Kindvall
MEI
-
Grip
DEF
-
Larsson
MEI
-
Persson
MEI
-
Nordqvist
DEF
Reservas
-
Grahn
ATA
-
Turesson
ATA
Uruguai
Titulares
-
Zubia
ATA
-
Mujica
DEF
-
Cortez
ATA
-
Losada
ATA
-
Mazurkiewicz
GOL
-
Ildo Maneiro
MEI
-
Esparrago
ATA
-
Montero
MEC
-
Holberg
TEC
-
Ancheta
DEF
-
Matosas
VOL
-
Ubinas
MEI
Reservas
-
Fontes
ATA
Arbitragem
Árbitro
Landauer